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Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular - CESEEP

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CESEEP

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Restrito

  • Curso de Verão

Encontro de avaliação do 32° Curso de Verão


Os monitores e voluntários reuniram-se nos dias 23 e 24 de fevereiro, na PUC-SP, Campus Ipiranga, para avaliar o 32° Curso de Verão, realizado de

09 a 17 de janeiro, com o tema "Somos todos migrantes: por uma cidade acolhedora".

O evento foi aberto por um momento de mística, onde os participantes refletiram sobre a importância de se estar unidos e da partilha, a partir do texto "Deus está morto" - Nietzsche, A Gaia Ciência, §125 ( confira abaixo).

A programação do encontro contou com uma manhã de análise de conjuntura nacional, assessorada por Renato Simões.

Foram apresentadas as avaliações dos participantes do Curso e foram feitas as avaliações das Tendas (oficinas) e das Equipes de Trabalho.

Também foi proposta a grade e da assessoria para o Curso de Verão 2020, cujo tema será "Espiritualidades na cidade: por uma dimensão libertadora".


Deus está morto - Nietzsche, A Gaia Ciência, §125.


O homem louco - Não ouviram falar daquele homem louco que em plena manhã acendeu uma lanterna e correu ao mercado, e pôs-se a gritar incessantemente: Procuro Deus! Procuro Deus? O homem louco se lançou para o meio deles e trespassou-os com seu olhar. ‘Para onde foi Deus’, gritou ele, ‘já lhes direi! Nós o matamos – vocês e eu. Somos todos seus assassinos! Mas como fizemos isso? Como conseguimos beber inteiramente o mar? Quem nos deu a esponja para apagar o horizonte? Que fizemos nós, ao desatar a terra do seu sol? Para onde se move agora? Para onde nos movemos nós? Para longe de todos os sóis? Não caímos continuamente? Para trás, para os lados, para a frente, em todas as direções? Existem ainda ‘em cima’ e ‘embaixo’? Não vagamos como que através de um nada infinito? Não sentimos na pele o sopro do vácuo? Não se tornou ele mais frio? Não anoitece eternamente? Não temos que acender lanternas de manhã?” Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? – também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos! Como nos consolar, a nós assassinos entre os assassinos? O mais forte e mais sagrado que o mundo até então possuíra sangrou inteiro sob os nossos punhais – quem nos limpará este sangue? Com que água poderíamos nos lavar? Que ritos expiatórios, que jogos sagrados teremos de inventar? A grandeza desse ato não é demasiado grande para nós? Não deveríamos nós mesmo nos tornar deuses, para ao menos parecer dignos dele? Nunca houve um ato maior – e quem vier depois de nós pertencerá, por causa desse ato, a uma história mais elevada que toda a história até então”.

Questão: Onde está o seu Deus?



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