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Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular - CESEEP

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CESEEP

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Segunda a Sexta das 9h às 18h

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Restrito

Sarau da Vida: Por uma cultura libertadora


“Por uma cultura libertadora” foi o tema do Sarau da Vida, celebração que aconteceu no sétimo dia do Curso de Verão 2020 (13/01), que reflete sobre as espiritualidades na cidade. Após um dia rico em trocas e emoções, o sarau fechou com chave de ouro toda a mística do dia, que começou lindo com a presença do padre Júlio Lancelotti e de pessoas em situação de rua.


A tenda Espiritualidade Feminista foi a que abriu o Sarau da Vida, trazendo sua mensagem de igualdade de gêneros e respeito. Depois de um belíssimo poema sobre empoderamento feminino, as meninas da tenda que é composta somente por mulheres, deram um show ao cantarem a versão da Doralyce Gonzaga da música “Mulheres”, um verdadeiro hino feminista.


Um poema sobre alienação tecnológica e afetividade trouxe a todos uma mensagem sobre afetividade e vida real, poesia do Milton Duarte, relembrando a palestra da Magali Cunha. A tenda Linguagem Audiovisual fez um teatro de sombras, mostrando que o cinema é uma arte de luz e sombras, e que no momento que estamos vivendo é preciso comunicar, anunciar e ensinar que há coisas belas acontecendo.

A tenda de Música cantou e encantou com um belo coral, e tocou a todos com uma bela poesia sobre várias questões que atingem a sociedade, como racismo, misoginia, encarceramento, violência sofrida nas favelas, extermínio dos jovens negros. Como disse o poema: “a vida é uma canção infantil, belas, feras, castelos e celas, a vida é uma canção infantil”.


Como já tradição, Chico Machado contou mais um de seus contos, dessa vez falando de política. A tenda de Jogos e Circularidades Indígenas e Afro-brasileiras fez uma belíssima apresentação de Maculelê, uma dança folclórica brasileira. O grupo de poesia MDF encenou o “pai nosso” do sr. Caetano, um homem que teve um forte trabalho nas favelas da zona leste.


A tenda de Arte e Educação Popular apresentou um teatro fazendo alusão à fala do Padre Júlio, sobre o rapa, que leva as mercadorias dos ambulantes e finalizaram com a mensagem de que “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”.


A tenda de Memória e Espiritualidade do Povo Negro apresentou o poema “Me gritaram negra”, de Victoria Santa Cruz. A tenda Juventude e Direitos protestou e dançou ao som do funk “Eu só quero é ser feliz”, e gritou “por uma favela livre!”. A tenda Cidadania, Diversidade e Bem Viver encenou um poema sobre afeto e dançou a “Ciranda pra Janaína”.


A tenda Danças Circulares encantou a todos com sua apresentação cheia de expressão, sentimento ao som de “Amor de índio”. Com uma apresentação que emocionou e fez muita gente chorar, Joana e Victória, mãe e filha da tenda Dança: O Corpo como Construtor da Identidade dançaram e encantaram a todos, um momento inesquecível.

O povo da tenda Arte e Espiritualidade do Cotidiano foi ao palco com o Denilso, de Santa Catarina, atualmente em situação de rua, ele cantou a música “Era uma vez” e explicou que o Curso está sendo uma experiência muito importante pra ele.

Aconteceram várias apresentações individuais de todo tipo, poesia, dança, gente cantando. O Sarau foi um momento celebrativo onde a espiritualidade pôde ser vivenciada em arte, onde em um só momento estavam reunidos os quatro pilares do curso, Educação Popular, Ecumenismo, Arte e Mutirão.


Equipe de Comunicação

Ana Carolina Rodrigues




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